Club de
Volta Redonda

Mensagem do Presidente Holger Knaack

Julho de 2020Embora esta não seja uma época, digamos, otimista, nós temos que ser positivos. Muito antes da fundação do Rotary, o mundo já tinha lidado com crises gigantescas que testaram a habilidade humana de tolerância e busca do progresso. Desde que o Rotary surgiu, o mundo tem enfrentado muitas catástrofes. Em meio às adversidades, nós sempre nos levantamos e ajudamos as comunidades a se recuperar. Todo grande desafio nos traz a chance de renovação e crescimento. Na Assembleia Internacional em San Diego, quando a crise de covid-19 ainda estava no começo, eu revelei meu lema O Rotary Abre Oportunidades, que é uma mensagem em que acredito já há muitos anos. O Rotary não é apenas um clube ao qual você se associa, mas um convite a possibilidades infinitas. Nós abrimos oportunidades para nós e também para outros. Nossas ações, sejam elas grandes ou pequenas, abrem oportunidades para aqueles que precisam de nós, e nesse processo o Rotary abre oportunidades para vivermos uma vida mais plena e significativa, embasada nos nossos Valores e ao lado de amigos do mundo inteiro. Os governos e instituições estão cada vez mais receptivos a parcerias em iniciativas de saúde, algo essencial ao nosso trabalho. Nestes meses de confinamento, as pessoas estão querendo se conectar e ajudar suas comunidades e, com isso, elas abraçam os princípios e valores que temos promovido por mais de um século. Apesar dessa perspectiva positiva, não é porque hoje há mais oportunidades do que nunca para o Rotary prosperar que teremos sucesso em tudo. O mundo já vinha mudando rapidamente, mesmo antes da pandemia. Há tempos que as pessoas estão se distanciando de encontros presenciais, preferindo se reunir virtualmente. As amizades estavam sendo reavivadas e mantidas pelas redes sociais bem antes da maioria das nossas reuniões ter migrado para o Skype e o Zoom. As novas gerações têm uma grande vontade de servir, mas não sabem se podem assumir um papel significativo em organizações como a nossa, ou se causariam mais impacto criando diferentes tipos de conexões. Agora é o momento de colocarmos as cartas na mesa, testar novas abordagens e moldar o Rotary do futuro. A covid-19 nos forçou a adaptarmos às circunstâncias. Isto é benéfico, e o Plano de Ação nos pede justamente para melhorarmos nossa capacidade de adaptação. Entretanto, adaptação por si só não é suficiente. Precisamos mudar de forma drástica para vencermos os desafios da nova era e fazermos do Rotary a força do bem que este mundo tanto precisa. Este é o nosso combate, não apenas no ano em curso como também no futuro. Cabe a nós transformar o Rotary nestes novos tempos — abraçando ideias, energia e determinação dos jovens em busca de um canal para materializar seus ideais. Temos que nos tornar uma organização completamente enraizada na era digital, não apenas uma organização que recorre ao universo on-line para continuar fazendo o que sempre fez. O mundo precisa do Rotary agora mais do que nunca. Vamos então garantir que O Rotary Abra Oportunidades por muito tempo ainda.

Postado em 01 de Julho de 2020

Rotary e os refugiados: projeto em Boa Vista apoia limpeza de abrigos

Em abril, o Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) contabilizava 5896 pessoas vivendo nos 13 abrigos do estado de Roraima. Com tantos refugiados vivendo juntos, as necessidades são inúmeras e atender a todas é um grande desafio. Um destes desafios é manter a limpeza destes locais, e foi pensando nessa necessidade que o Rotary entrou mais uma vez em ação para ajudar essa população. Em uma iniciativa que envolveu doações de clubes de todo o Brasil, o Rotary comprou uma máquina para produzir hipoclorito de sódio, composto que é a base para a fabricação de água sanitária. Hoje, o equipamento permite a produção de 150 litros por dia do desinfetante, que são doados para a limpeza de 11 abrigos na capital Boa Vista e outros dois em Pacaraima, na fronteira com a Venezuela. Em Roraima, os abrigos têm capacidade de acolher entre 216 e 1386 pessoas. Nos locais, que contam com banheiros químicos, a água sanitária doada ajuda a garantir a higiene para as centenas de venezuelanos que lá vivem. A iniciativa para a compra do equipamento partiu de Celso Bergmaier, hoje presidente do Rotary E-Club Distrito* 4740 Inspiração. Em maio do ano passado, ele saiu de Chapecó (SC) para conhecer o trabalho da Operação Acolhida, iniciativa do governo federal para receber refugiados venezuelanos em Roraima. Em viagem para Boa Vista, Bergmaier participou de uma reunião com diferentes agências que ajudam no suporte aos venezuelanos. Na ocasião, ficou sabendo da carência de água sanitária para limpeza dos abrigos, já que o produto precisava ser adquirido em grandes quantidades, o que não é algo fácil de se fazer naquela região. “Durante os oito dias que permaneci na Operação Acolhida, tive uma experiencia inigualável, única, que serviu como reflexão sobre nosso papel como rotarianos e das contribuições que podemos oferecer à humanidade, pois, muitas vezes, eu não tinha ideia de que poderia fazer um trabalho tão significativo”, destaca Bergmaier sobre como a situação dos refugiados mexeu com ele. Ele deu início, então, a uma grande mobilização entre clubes de todo o país. A iniciativa foi tão bem sucedida que arrecadou R$ 16 mil. “Praticamente todos os distritos* do Brasil contribuíram com R$ 500, que depois foram transferidos para o clube de Boa Vista – Caçari”, lembra. A verba foi mais que suficiente para a aquisição da máquina e também permitiu a compra de sal e galões retornáveis, necessários para a produção e distribuição da água sanitária. Parte do dinheiro foi ainda investido na reforma de uma cozinha industrial, dentro de uma igreja católica, usada para o preparo e distribuição de refeições aos refugiados.     O Rotary Club de Boa Vista-Caçari, único no estado de Roraima, cuidou da compra da máquina e fez a cessão do equipamento para uma entidade parceria do ACNUR realizar a produção do desinfetante. “A máquina foi cedida para a ADRA (Agência Humanitária da Igreja Adventista do Sétimo Dia) pelo Rotary. A produção é feita pelos voluntários da ADRA”, explica Paulo Bragato, governador assistente do distrito* 4720. Mesmo não cuidando diretamente da produção da água sanitária, o Rotary continua apoiando a fabricação do produto, realizando a compra de mais insumos e galões para a distribuição. “Não é um produto tão caro. A embalagem é até mais cara, mas pela quantidade que precisa ser usada, acaba se tornando caro, já que tudo é sustentado por doação”, explica Bragato, sobre a dificuldade em ter água sanitária em quantidade suficiente para atender a todos os abrigos. Segundo Bragato, um dos grandes parceiros nos cuidados do Rotary com os refugiados tem sido o Ministério Público do Trabalho de Roraima, que direciona doações para diversos projetos do clube. O governo do estado de Roraima também contribui, oferecendo água e luz gratuitamente à escola onde a água sanitária é fabricada. O desinfetante é distribuído semanalmente aos abrigos. Com a pandemia de Covid-19, manter a higiene nos abrigos com centenas de refugiados tem sido ainda mais importante para garantir a saúde de todos os homens, mulheres e crianças que ainda esperam pela oportunidade de uma vida melhor. E, para isso, eles podem continuar contando com o apoio do Rotary. *Para quem não conhece a estrutura do Rotary International, regionalmente, os Rotary clubs são agrupados em distritos. Crédito das fotos: Fernando Teixeira

Postado em 24 de Junho de 2020

O fator TEMPO na IP

Iniciaremos a gestão 2020-21 já colhendo frutos dos Treinamentos da IP Investir tempo para planejar as ações do clube rotário com embasamento nos Treinamentos e Manuais da Image Pública do Rotary é garantia de retorno a curto prazo!Patricia Pereira | IP D.4571 Parabenizo a Governadora Assistente da área C5, Rosemary Eulino Gonçalves, associada do Rotary Club de Itaguaí no Distrito 4.571, por não medir esforços para que:1. as diretrizes de cores e logos dos Manuais de Identidade da Marca;2. o objetivo da Campanha Pessoas em Ação e3. o uso da identificação do domínio do site do clube (Unyclub).fossem plenamente combinados para potencializar a identificação das Cadeiras de Rodas adquiridas pelo clube. A soma dos esforços acima obteve como recompensa, não só uma experiência de Planejamento dos Passos para uma Ação de Marketing eficiente em IP do Rotary, mas sobretudo, nossa organização foi reconhecida verbalmente. O empenho ganhou VOZ quando o fornecedor reconheceu a forma com que nossos dirigentes zelam pela marca e ainda puderam "sentir" quão grande é o propósito do Rotary. Lição aprendida e pronta para ser replicada entre os clubes interessados. Para mais informações do processo completo enviar e-mail para rotary@infograde.com.br.Mais uma vez, parabenizo a Presidente 2019-20 do RC de Itaguaí, aos associados do clube e todos os envolvidos na devolutiva enviada pelo fornecedor. JUNTOS NÓS APRENDEMOS!Pessoas em AçãoApós 20 anos, o fornecedor entendeu o nosso PORQUÊ, e não ficou apenas estático no O QUÊ fazemos. Ele e os funcionários envolvidos no processo, foram inspirados a sentirem a real importância que nossa organização tem na comunidade e na vida das pessoas que assistimos. Isso também é Imagem Pública!Patricia PereiraPresidente 2020-21 da IP D.4571

Postado em 19 de Junho de 2020

VÍDEO | Diretores de Protocolo de Clubes

No canal do YouTube do Distrito 4.571 encontra-se disponível o vídeo editado do Treinamento para Diretores de Protocolo de Clube, realizado no último sábado, dia 23 de maio de 2020, por ocasião da Assembléia Distrital pelos companheiros palestrantes Hodges Daneli (RC de Taubaté-União) e Pedro Dalbone (RC de Volta Redonda). Acesse o vídeo em:https://youtu.be/9txJKHlSWnw

Postado em 29 de Maio de 2020

CHECK LIST do Clube

Ficar em dia no Unyclub é rápido, fácil e faz muita diferença! Neste documento apresentamos um resumo das principais Funções Administrativas do sistema Unyclub para orientar os clubes a cumprirem as metas propostas pela Equipe Distrital. Arquivo disponível na pasta IMAGEM PÚBLICA emhttps://www.kassima4571.org.br/downloads

Postado em 23 de Maio de 2020

Como apoiar os estudantes do Intercâmbio de Jovens durante a pandemia de covid-19

Pelos funcionários do departamento de Intercâmbio de Jovens e de Proteção a Jovens do Rotary International Enquanto o mundo enfrenta desafios extraordinários em meio à pandemia do coronavírus, os participantes do Intercâmbio de Jovens do Rotary também estão enfrentando desafios inusitados. O Rotary International está trabalhando com líderes de clubes e distritos para assegurar que a saúde e a segurança dos estudantes continuem sendo a maior prioridade, quer eles permaneçam no país anfitrião ou retornem para casa. Prezar pela segurança dos estudantes inclui oferecer apoio emocional àqueles que estão passando por uma experiência bem diferente do que esperavam. Para ajudar as pessoas envolvidas no programa, pedimos para dois líderes do Intercâmbio de Jovens compartilhar as melhores maneiras de apoiar os intercambistas durante esses tempos inusitados. Tom Overbaugh, ex-governador do Distrito 7170, conta que, ao optar por mandar os estudantes de volta para casa antecipadamente, o distrito chegou à conclusão de que também precisava oferecer apoio emocional, pois alguns jovens estavam com medo da viagem ou da quarentena. Ele compartilhou os conselhos que recebeu da dirigente de Intercâmbio de Jovens do seu distrito, Michele Hughes: Siga os conselhos do governo local e autoridades da saúde. Muitos alunos que voltarem para casa terão que ficar de quarentena (possivelmente isolados até de suas famílias) por um período de 14 dias. Este pode ser o maior desafio, já que, depois de um longo período de separação, os familiares querem ficar fisicamente próximos uns dos outros, e não socialmente distantes. No entanto, é importante reconhecer o potencial de exposição ao vírus, e seguir os conselhos do governo local e especialistas em saúde. Rematricule o estudante em sua escola local. Os pais dos intercambistas que voltarem para casa antecipadamente devem entrar em contato com seu distrito escolar para perguntar sobre a possibilidade de matriculá-los em cursos semestrais. A participação nas aulas dá aos jovens algo importante em que se concentrar, em vez de se preocupar com o retorno antecipado do intercâmbio. Fale com o estudante sobre sua experiência de intercâmbio. Depois que voltarem para casa, os intercambistas devem participar de uma sessão em grupo organizada pela Comissão Distrital de Intercâmbio de Jovens. Além de dar aos jovens a oportunidade de ouvir e compartilhar experiências e apoiar uns aos outros, a reunião fornece à comissão informações valiosas sobre como eles se sentem. Determine o tipo de apoio que os estudantes precisam. Nem todos os estudantes precisam do mesmo tipo de apoio emocional. Alguns se sentem mais à vontade falando com conselheiros escolares, enquanto que outros gostam de responder perguntas sobre sua experiência no intercâmbio. Pat Carson, coordenadora de estudantes outbound do Distrito 5080, compartilhou os seguintes conselhos: Preze pela saúde mental – A Comissão de Intercâmbio de Jovens do nosso distrito tem um conselheiro de saúde mental que contata cada estudante que volta para casa mais cedo para oferecer apoio. Esta assistência é muito importante, especialmente durante a atual crise de covid-19. Contate os estudantes após o intercâmbio – Contatamos todos os estudantes que retornaram para casa antecipadamente por meio de videoconferência para que possam compartilhar o que estão vivenciando e apoiar uns aos outros. Adapte-se à nova situação – É importante oferecer apoio às famílias anfitriãs e estudantes que ainda estão sendo hospedados em nosso distrito. Como os intercambistas não podem mais participar de reuniões presenciais, nós usamos as videoconferências para nos comunicarmos com eles. Embora este não seja o intercâmbio para o qual eles se inscreveram, após falar com as famílias e considerar todas as informações fornecidas pelo governo e autoridades da saúde, os pais de alguns dos nossos estudantes inbound decidiram deixar seus filhos continuar o intercâmbio e permanecer onde estão. Apoie as famílias anfitriãs – Diante da atual situação, é mais importante do que nunca apoiar as famílias anfitriãs. Como exemplo, eu estou hospedando um estudante que se mudou para nossa casa uma semana antes do distanciamento social ser colocado em prática. Como no momento não há atividades escolares ou sociais, estamos encontrando novas maneiras de nos manter engajados, seja praticando o idioma ou falando com amigos e familiares on-line. Muitas outras famílias anfitriãs podem estar vivenciando circunstâncias similares, portanto, não deixe de contatá-las regularmente.

Postado em 19 de Maio de 2020

Rotary apoia pesquisa inédita no Brasil sobre Zika vírus

Em 2015 e 2016, o Brasil sofreu com a epidemia do Zika vírus, na qual a consequência mais marcante foi o nascimento, em muitas partes do país, de crianças com microcefalia, causada pela infecção da mãe durante a gravidez. Foi nesse contexto que o Rotary Club Jundiaí -Serra do Japy desenvolveu um projeto para equipar um ambulatório de pesquisa para acompanhamento de crianças expostas ao vírus, que trabalha de maneira inédita no Brasil. “Nosso estudo é o único no Brasil que tem acompanhamento das gestantes e das crianças. Acompanhamos crianças normais que nasceram no mesmo período e comparamos com as doentes. Vemos quais as diferenças nos dois casos e conseguimos avaliar os riscos”, explica Saulo Duarte Passos, pesquisador principal do COHORT Zika-Jundiaí e professor titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina de Jundiaí. O projeto de acompanhamento de mães e crianças teve início em março de 2016, dentro da Faculdade de Medicina de Jundiaí, mas não contava com os equipamentos necessários para o desenvolvimento adequado da pesquisa e tratamento de todas as crianças. Foi apenas em 2018, quando Passos teve contato com o Rotary Club local que o projeto do ambulatório de pesquisa começou a se tornar realidade. “Tivemos muitos casos de Zika na região e o professor Saulo foi convidado para dar uma palestra no Rotary sobre a pesquisa que ele estava liderando”, conta Alexandre Censi, membro do Rotary Club Jundiaí -Serra do Japy, que liderou o projeto. “Ele nos passou a descrição dos equipamentos e os benefícios que poderiam ser colhidos com isso”, complementa. Com o espaço cedido pela prefeitura da cidade e pela Faculdade de Medicina de Jundiaí, foi possível realizar a instalação do ambulatório, que é ligado ao Hospital Universitário. O Rotary de Jundiaí equipou 100% do ambulatório, o que inclui aparelhos de uso médico, mobília e equipamentos de informática. O total investido foi de US$ 39.500, com apoio do Rotary Club Central Chester County, de Lionville, Pensilvânia, nos Estados Unidos, e da Fundação Rotária. “O objetivo da pesquisa é entender a Síndrome da Zika Congênita, seus fatores de risco e a evolução da criança”, destaca Passos. “O ambulatório acompanha o desenvolvimento neuropsicomotor, o crescimento e desenvolvimento da criança (peso e altura), e as complicações que a doença causa”, diz. O médico e sua equipe acompanham 690 mães desde a gestação e outras 133 que entraram no estudo posteriormente, em um total de 823 casos estudados. Deste total, 58 crianças nasceram com microcefalia e estão sendo tratadas e estudadas pela equipe de Passos, composta por 15 profissionais. No ambulatório, que ao mesmo tempo que presta atendimento médico, serve de local de pesquisa sobre o Zika vírus e suas consequências, a equipe acompanha cerca de 500 crianças, com e sem microcefalia, fazendo a comparação entre elas para analisar os efeitos do vírus. As crianças sem microcefalia fazem parte do grupo de controle (aquele com o qual se compara o grupo que está sendo avaliado). Passos destaca a importância desse grupo de controle, já que há fatores de risco que aumentam a chance de mulheres gestantes terem filhos com microcefalia. Alguns desses fatores são a incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê, obesidade e hipertensão, entre outros de menor relevância. Há, porém, crianças que desenvolveram microcefalia por outros fatores, que não a infecção pelo vírus. “Muitas crianças com microcefalia tiveram restrição de crescimento intrauterino, que tem inúmeras causas”, conta o médico. Existem ainda as crianças que nasceram com microcefalia sem que isso esteja relacionado ao Zika vírus, mas sim a outros patógenos. Com tantos fatores a serem analisados, a equipe de Passos faz o acompanhamento mensal das mães e das crianças. As que têm microcefalia fazem diferentes tratamentos, como de fisioterapia e fonoaudiologia. Elas também têm atendimento pneumopediátrico, de infectologia, odontologia e musicoterapia. Uma sequela comum que o Zika vírus também deixa nas crianças é a deficiência visual. De acordo com o médico, 25% das crianças com mães que foram expostas ao vírus tiveram problemas de visão, explica Passos sobre descoberta feita em parceria com o Instituto de Psicologia da USP. O envolvimento do Rotary Club de Jundiaí no projeto do ambulatório de pesquisa foi benéfico para os dois lados. Ao liderar o projeto dentro do clube, Censi conta que aprendeu bastante sobre o tema enquanto o estudava para o desenvolvimento de seu trabalho. “Para escrever o projeto, eu o acompanhei por cerca de seis meses. É muito importante para nós, membros do Rotary, saber se o investimento será bem aplicado”, aponta. Já o professor Passos destaca “a amplitude do que o Rotary fez” para o projeto. Ele conta que o ambulatório, além do trabalho sobre o Zika vírus, também dá assistência a crianças que saíram da UTI, da enfermaria e ainda para prematuros. “Essas crianças terão um espaço com atendimento por médicos especialistas, que não seria possível se não tivéssemos o ambulatório”. O trabalho de pesquisa sobre o Zika vírus realizado em Jundiaí é feito em parceria com instituições nacionais e internacionais, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de S. Paulo (Fapesp), Universidade de São Paulo (USP), Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, Universidade de Barcelona, Universidade de Santiago de Compostela, Universidade do Sul da Flórida, Universidade de Estocolmo e o Ministério da Saúde do Brasil.

Postado em 13 de Maio de 2020

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Mensagem de Holger Knaack | Julho 2020

Embora esta não seja uma época, digamos, otimista, nós temos que ser positivos. Muito antes da fundação do Rotary, o mundo já tinha lidado com crises gigantescas que testaram a habilidade humana de tolerância e busca do progresso. Desde que o Rotary surgiu, o mundo tem enfrentado muitas catástrofes. Em meio às adversidades, nós sempre nos levantamos e ajudamos as comunidades a se recuperar. Todo grande desafio nos traz a chance de renovação e crescimento. Na Assembleia Internacional em San Diego, quando a crise de covid-19 ainda estava no começo, eu revelei meu lema O Rotary Abre Oportunidades, que é uma mensagem em que acredito já há muitos anos. O Rotary não é apenas um clube ao qual você se associa, mas um convite a possibilidades infinitas. Nós abrimos oportunidades para nós e também para outros. Nossas ações, sejam elas grandes ou pequenas, abrem oportunidades para aqueles que precisam de nós, e nesse processo o Rotary abre oportunidades para vivermos uma vida mais plena e significativa, embasada nos nossos Valores e ao lado de amigos do mundo inteiro. Os governos e instituições estão cada vez mais receptivos a parcerias em iniciativas de saúde, algo essencial ao nosso trabalho. Nestes meses de confinamento, as pessoas estão querendo se conectar e ajudar suas comunidades e, com isso, elas abraçam os princípios e valores que temos promovido por mais de um século. Apesar dessa perspectiva positiva, não é porque hoje há mais oportunidades do que nunca para o Rotary prosperar que teremos sucesso em tudo. O mundo já vinha mudando rapidamente, mesmo antes da pandemia. Há tempos que as pessoas estão se distanciando de encontros presenciais, preferindo se reunir virtualmente. As amizades estavam sendo reavivadas e mantidas pelas redes sociais bem antes da maioria das nossas reuniões ter migrado para o Skype e o Zoom. As novas gerações têm uma grande vontade de servir, mas não sabem se podem assumir um papel significativo em organizações como a nossa, ou se causariam mais impacto criando diferentes tipos de conexões. Agora é o momento de colocarmos as cartas na mesa, testar novas abordagens e moldar o Rotary do futuro. A covid-19 nos forçou a adaptarmos às circunstâncias. Isto é benéfico, e o Plano de Ação nos pede justamente para melhorarmos nossa capacidade de adaptação. Entretanto, adaptação por si só não é suficiente. Precisamos mudar de forma drástica para vencermos os desafios da nova era e fazermos do Rotary a força do bem que este mundo tanto precisa. Este é o nosso combate, não apenas no ano em curso como também no futuro. Cabe a nós transformar o Rotary nestes novos tempos — abraçando ideias, energia e determinação dos jovens em busca de um canal para materializar seus ideais. Temos que nos tornar uma organização completamente enraizada na era digital, não apenas uma organização que recorre ao universo on-line para continuar fazendo o que sempre fez. O mundo precisa do Rotary agora mais do que nunca. Vamos então garantir que O Rotary Abra Oportunidades por muito tempo ainda. Fonte: https://my.rotary.org/pt/news-media/office-president/presidential-message

Em 01/07/2020 por Rotary Club de Copacabana

O fator TEMPO na IP

Iniciaremos a gestão 2020-21 já colhendo frutos dos Treinamentos da IP Investir tempo para planejar as ações do clube rotário com embasamento nos Treinamentos e Manuais da Image Pública do Rotary é garantia de retorno a curto prazo!Patricia Pereira | IP D.4571 Parabenizo a Governadora Assistente da área C5, Rosemary Eulino Gonçalves, associada do Rotary Club de Itaguaí no Distrito 4.571, por não medir esforços para que:1. as diretrizes de cores e logos dos Manuais de Identidade da Marca;2. o objetivo da Campanha Pessoas em Ação e3. o uso da identificação do domínio do site do clube (Unyclub).fossem plenamente combinados para potencializar a identificação das Cadeiras de Rodas adquiridas pelo clube. A soma dos esforços acima obteve como recompensa, não só uma experiência de Planejamento dos Passos para uma Ação de Marketing eficiente em IP do Rotary, mas sobretudo, nossa organização foi reconhecida verbalmente. O empenho ganhou VOZ quando o fornecedor reconheceu a forma com que nossos dirigentes zelam pela marca e ainda puderam "sentir" quão grande é o propósito do Rotary. Lição aprendida e pronta para ser replicada entre os clubes interessados. Para mais informações do processo completo enviar e-mail para rotary@infograde.com.br.Mais uma vez, parabenizo a Presidente 2019-20 do RC de Itaguaí, aos associados do clube e todos os envolvidos na devolutiva enviada pelo fornecedor. JUNTOS NÓS APRENDEMOS!Pessoas em AçãoApós 20 anos, o fornecedor entendeu o nosso PORQUÊ, e não ficou apenas estático no O QUÊ fazemos. Ele e os funcionários envolvidos no processo, foram inspirados a sentirem a real importância que nossa organização tem na comunidade e na vida das pessoas que assistimos. Isso também é Imagem Pública!Patricia PereiraPresidente 2020-21 da IP D.4571

Em 19/06/2020

VÍDEO | Diretores de Protocolo de Clubes

No canal do YouTube do Distrito 4.571 encontra-se disponível o vídeo editado do Treinamento para Diretores de Protocolo de Clube, realizado no último sábado, dia 23 de maio de 2020, por ocasião da Assembléia Distrital pelos companheiros palestrantes Hodges Daneli (RC de Taubaté-União) e Pedro Dalbone (RC de Volta Redonda). Acesse o vídeo em:https://youtu.be/9txJKHlSWnw

Em 29/05/2020

CHECK LIST do Clube

Ficar em dia no Unyclub é rápido, fácil e faz muita diferença! Neste documento apresentamos um resumo das principais Funções Administrativas do sistema Unyclub para orientar os clubes a cumprirem as metas propostas pela Equipe Distrital. Arquivo disponível na pasta IMAGEM PÚBLICA emhttps://www.kassima4571.org.br/downloads

Em 23/05/2020

Rotary apoia pesquisa inédita no Brasil sobre Zika vírus

Em 2015 e 2016, o Brasil sofreu com a epidemia do Zika vírus, na qual a consequência mais marcante foi o nascimento, em muitas partes do país, de crianças com microcefalia, causada pela infecção da mãe durante a gravidez. Foi nesse contexto que o Rotary Club Jundiaí -Serra do Japy desenvolveu um projeto para equipar um ambulatório de pesquisa para acompanhamento de crianças expostas ao vírus, que trabalha de maneira inédita no Brasil. “Nosso estudo é o único no Brasil que tem acompanhamento das gestantes e das crianças. Acompanhamos crianças normais que nasceram no mesmo período e comparamos com as doentes. Vemos quais as diferenças nos dois casos e conseguimos avaliar os riscos”, explica Saulo Duarte Passos, pesquisador principal do COHORT Zika-Jundiaí e professor titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina de Jundiaí. O projeto de acompanhamento de mães e crianças teve início em março de 2016, dentro da Faculdade de Medicina de Jundiaí, mas não contava com os equipamentos necessários para o desenvolvimento adequado da pesquisa e tratamento de todas as crianças. Foi apenas em 2018, quando Passos teve contato com o Rotary Club local que o projeto do ambulatório de pesquisa começou a se tornar realidade. “Tivemos muitos casos de Zika na região e o professor Saulo foi convidado para dar uma palestra no Rotary sobre a pesquisa que ele estava liderando”, conta Alexandre Censi, membro do Rotary Club Jundiaí -Serra do Japy, que liderou o projeto. “Ele nos passou a descrição dos equipamentos e os benefícios que poderiam ser colhidos com isso”, complementa. Com o espaço cedido pela prefeitura da cidade e pela Faculdade de Medicina de Jundiaí, foi possível realizar a instalação do ambulatório, que é ligado ao Hospital Universitário. O Rotary de Jundiaí equipou 100% do ambulatório, o que inclui aparelhos de uso médico, mobília e equipamentos de informática. O total investido foi de US$ 39.500, com apoio do Rotary Club Central Chester County, de Lionville, Pensilvânia, nos Estados Unidos, e da Fundação Rotária. “O objetivo da pesquisa é entender a Síndrome da Zika Congênita, seus fatores de risco e a evolução da criança”, destaca Passos. “O ambulatório acompanha o desenvolvimento neuropsicomotor, o crescimento e desenvolvimento da criança (peso e altura), e as complicações que a doença causa”, diz. O médico e sua equipe acompanham 690 mães desde a gestação e outras 133 que entraram no estudo posteriormente, em um total de 823 casos estudados. Deste total, 58 crianças nasceram com microcefalia e estão sendo tratadas e estudadas pela equipe de Passos, composta por 15 profissionais. No ambulatório, que ao mesmo tempo que presta atendimento médico, serve de local de pesquisa sobre o Zika vírus e suas consequências, a equipe acompanha cerca de 500 crianças, com e sem microcefalia, fazendo a comparação entre elas para analisar os efeitos do vírus. As crianças sem microcefalia fazem parte do grupo de controle (aquele com o qual se compara o grupo que está sendo avaliado). Passos destaca a importância desse grupo de controle, já que há fatores de risco que aumentam a chance de mulheres gestantes terem filhos com microcefalia. Alguns desses fatores são a incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê, obesidade e hipertensão, entre outros de menor relevância. Há, porém, crianças que desenvolveram microcefalia por outros fatores, que não a infecção pelo vírus. “Muitas crianças com microcefalia tiveram restrição de crescimento intrauterino, que tem inúmeras causas”, conta o médico. Existem ainda as crianças que nasceram com microcefalia sem que isso esteja relacionado ao Zika vírus, mas sim a outros patógenos. Com tantos fatores a serem analisados, a equipe de Passos faz o acompanhamento mensal das mães e das crianças. As que têm microcefalia fazem diferentes tratamentos, como de fisioterapia e fonoaudiologia. Elas também têm atendimento pneumopediátrico, de infectologia, odontologia e musicoterapia. Uma sequela comum que o Zika vírus também deixa nas crianças é a deficiência visual. De acordo com o médico, 25% das crianças com mães que foram expostas ao vírus tiveram problemas de visão, explica Passos sobre descoberta feita em parceria com o Instituto de Psicologia da USP. O envolvimento do Rotary Club de Jundiaí no projeto do ambulatório de pesquisa foi benéfico para os dois lados. Ao liderar o projeto dentro do clube, Censi conta que aprendeu bastante sobre o tema enquanto o estudava para o desenvolvimento de seu trabalho. “Para escrever o projeto, eu o acompanhei por cerca de seis meses. É muito importante para nós, membros do Rotary, saber se o investimento será bem aplicado”, aponta. Já o professor Passos destaca “a amplitude do que o Rotary fez” para o projeto. Ele conta que o ambulatório, além do trabalho sobre o Zika vírus, também dá assistência a crianças que saíram da UTI, da enfermaria e ainda para prematuros. “Essas crianças terão um espaço com atendimento por médicos especialistas, que não seria possível se não tivéssemos o ambulatório”. O trabalho de pesquisa sobre o Zika vírus realizado em Jundiaí é feito em parceria com instituições nacionais e internacionais, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de S. Paulo (Fapesp), Universidade de São Paulo (USP), Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, Universidade de Barcelona, Universidade de Santiago de Compostela, Universidade do Sul da Flórida, Universidade de Estocolmo e o Ministério da Saúde do Brasil.

Em 13/05/2020

Tem Início o PETS do Distrito 4571

Na noite de hoje (08/05) teve início o PETS (Seminário de Treinamento de Presidente Eleito). O treinamento que contou com a participação de cerca de 125 Rotarianos. Palestras como "O Rotary no mundo Contemporaneo" e  "O Seu ano como Presidente" apresentadas pelos Governadores Paulo Eduardo Fonseca e Xico Reis (Instrutor Distrital) deram um brilhantismo a noite. Este PETS que será marcado como o primeiro no modelo virtual do Distrito certamente teve a aprovação por parte dos participantes. A Governadora eleita Kassima Timoni Góes Campanha disse estar totalmente feliz e satisfeita com o comprometimento de todos.

Em 08/05/2020

Reuniões Quintas-Feiras | 20:00
Rua 90 - PET. Clube dos Funcionários da CSN , Cep: 27180-000